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Sem Glúten

Milho: um super alimento para os celíacos

Completo e multifacetado, o milho pode ser consumido em forma de grão quando seco ou em forma de legume quando na espiga. Faz parte da cultura das Américas e é aliado na nutrição das pessoas com doença celíaca.

Hoje, 24 de abril, comemora-se o Dia Internacional do Milho. A data homenageia e incentiva o cultivo e o consumo do milho, que é um dos cereais mais nutritivos do mundo. Além da importância alimentar, ele também traz consigo um valor cultural e histórico de peso, principalmente entre os povos das Américas. O grão se tornou símbolo dos ameríndios. No Brasil faz parte de diversas receitas típicas da culinária nacional e afro-brasileira, como o mungunzá, o xerém, a pamonha, o curau, a canjiquinha, entre outros. 

 

No que diz respeito à saúde, o milho é rico em proteínas e fibras, além de oferecer variedade de minerais (como fósforo, ferro, potássio e zinco) e de vitaminas do complexo B. Também é responsável por proteger as células, reduzir os níveis de colesterol ruim, prevenir problemas cardíacos e controlar a taxa de açúcar no sangue. 


É considerado um alimento multifacetado. Quando está em forma de grão seco, é considerado um cereal. Já fresco, é reconhecido como um legume. Como não contém glúten pode fazer parte da dieta de celíacos, enriquecendo-a. Versátil, combina com receitas salgadas e doces. E o melhor: o milho verde congelado está entre os poucos alimentos que não perdem propriedades quando exposto a baixas temperaturas.

 

De acordo com a Sociedade Nacional da Agricultura, as fibras presentes na casca de cada grão de milho verde fazem uma verdadeira faxina interna, eliminando toxinas e melhorando o trânsito intestinal como um todo. Pessoas que sofrem de prisão de ventre se beneficiam desta qualidade do milho, que propiciam a evacuação e previnem doenças do sistema digestivo.

 

Só de ouvir falar já deu água na boca, né? Quer você seja celíaco, quer não seja, experimente colocar o milho na sua alimentação regular e aproveite.